terça-feira, 5 de maio de 2009

Twitter

Pois então, me cansei de só ler por aí sobre esse twitter... mesmo tarde, resolvi entrar...


Criei meu perfil agora... Tenho que ver se mudo layout, coloco alguma foto, sei lá... Só sei que tá aqui, se alguém quiser me seguir: https://twitter.com/leleticiaa


Acho que nem vai pra frente, mas quero ter acesso... Eu e meus gadgets, sejam eletrônicos, sejam o que forem... hahahaha


Sigam-me os bons!

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Conto da tatuagem

E agora o conto da minha amiga! Quando tiverem novos temas no Duelo nós escreveremos e eu publicarei aqui também!

Dêem suas opiniões, críticas, sugestões, elogios... hehehee

TEMA: Tatuagem

TÍTULO:  (ainda sem, eu atualizo quando tiver)

Autora: Uma japa aí... hehe

- Está bem aqui, ó, doutor!

- Humm... Estou vendo!

O médico já tinha visto muita gente estranha em sua vida, mas nunca alguém se queixar de algo tão absurdo.

- Está vendo, hoje está com cara de manso.

Pediu que o paciente se vestisse e que sentasse na cadeira de frente para a sua mesa.

Pensou em como poderia dizer que o paciente precisa de acompanhamento psicológico porque o que alegava era não apenas impossível como inimaginável.

- E então, doutor?

- Olha, Gabriel, o que você está me dizendo não é possível. Eu o examinei apenas por rotina para garantir que não é nenhum problema de pele, e realmente não é. O que você tem é apenas fruto da sua imaginação. Não é de minha competência analisar o seu caso. Mas posso recomendar um colega meu de extrema eficiência, seu nome é ...

- Colega? O que ele é?

- É um psicólogo respeitadíssimo!

- Você acha que estou louco?!

- Veja, Gabriel, não é comum...

- Doutor, eu estou te dizendo a verdade! Não sou louco não!

Tudo começou uns 3 meses atrás. Eu decidi que ia fazer uma tatugem! Sempre sonhei em ter uma tatugem mas ainda não sabia o que colocar. Fui em vários lugares para escolher o desenho certo e alguns deles eram até legais, mas eu sabia que quando encontrasse o certo pra mim não haveria dúvidas. Foi quando eu vi, em uma loja bem pequena de tatuagens em cima de um salão de beleza, a figura mais linda que já vi na vida! Era esse tigre branco, com olhos vermelhos que simplesmente me enfeitiçaram. Era uma figura até amável, mas ainda tinha a força e poder que um tigre porta.Estava decidido! Era essa tatuagem que eu queria para mim!

Pedi que fizesse uma figura grande, que ocupava quase metade da batata da minha perna esquerda!

Demorou umas 3 semanas para conseguir terminar todo o desenho com cores. Mas ficou ótimo!

Tomei todos os cuidados com a nova marca no meu corpo mas minha grande supresa não demorou muito a aparecer.

A imagem, que até então se mostrava dócil apareceu com os dentes a mostra formando uma cara brava.

Eu achei que era coisa da minha imaginação, afinal uma tatuagem não muda de forma.

Mas com o tempo a coisa foi piorando. Em alguns dias por exemplo eu acordava e o tigre ainda permanecia de olhos fechados. Em outros momentos ficava de boca aberta prestes a me morder. Um dia eu até o vi com a língua de fora, acho que queria se lamber.

Ainda assim eu não queria acreditar no que estava acontecendo. Pensava que era o meu estado de espírito no dia que fazia com que eu fantasiasse essas coisas.

Eu estava enganado, alguns dias depois a tatuagem começou a se mover! Foi tudo bem lentamente. Primeiro fez um giro de 180 graus na minha perna. Depois foi subindo para a coxa. Nesta época fiquei com medo de olhar para a figura e quando ia tomar banho tentava afogar o tigre embaixo do chuveiro. Nunca funcionou! Ele lá permanecia.

Foi quando eu vi que o tigre tinha simplesmente pulado da minha perna esquerda para a direita que resolvi procurar o tatuador que imprimiu este ser assustador em mim. Mas estranhamente o local não existia mais, havia fechado. Entrei no salão de beleza para perguntar o que havia acontecido e fui informado que nunca existira um tatuador naquele local. Tentei mostrar a figura do tigre mas este havia se escondido para fazer com que eu parecesse louco na frente dos outros.

Foi quando ele se instalou no meu rosto que fiquei mais apavorado. Fui em vários outros médicos mas ninguém acreditou em mim, disseram que eu deveria procurar alguém que tratasse de coisas mentais.

Quando descobriu que eu viria aqui hoje fez cara de bonzinho e se posicionou na minha barriga para não me dar credibilidade.

O médico o encarava atônito. Não sabia o que dizer para o rapaz. Pensou em chamar discretamente algum amigo seu da psiquiatria.

Foi quando o rapaz levantou novamente a camisa e a figura não estava mais lá.

- Viu, não falei! Ele se moveu de novo!

Retirou a camisa e o tigre estava em suas costas rangendo os dentes.

O médico jogou o corpo para trás e tentou recobrar os pensamentos. Deve ser um truque deste cara, foi o que pensou.

Mas a figura se movia no corpo do rapaz e tomava formas tão reais que deixou o médico apavorado.

O rosto do tigre aumentou de tamanho e colocou-se para fora das costas do seu então hospedeiro. Seus contornos ganharam dimensões tridimensionais. O corpo da criatura surgiu e saltou sobre a mesa do médico. Soltou um rugido que atraiu todos na sala de espera.

Correu em direção a janela aberta, pulou no ar e simplesmente desapareceu!

Conto "duelo"

Eu leio sempre o http://www.duelodeescritores.blogspot.com/ . Estava essa semana brincando de escrever com uma amiga minha (sim, brincando porque não chego aos pés de ninguém desse blog, nem da minha amiga, nem de ninguém, é só diversão pra mim... hehe) e decidimos usar os temas que forem surgindo no blog e escrever também! Ela não sei se vai publicar, não tem blog próprio... Se ela deixar publico aqui também... Espero que ninguém ache ruim de nos aproveitarmos das idéias, dos temas... hehe

Bom, vamos ao primeiro! Ficou meio longo... Mas, Boa leitura!!

       

Tema: TATUAGEM

Título: Marcas eternas

        Ralf estava sentado em sua cadeira de balanço olhando o campo florido pela janela. Viu seus colegas da casa de repouso com seus netinhos correndo pelo gramado, aproveitando os últimos dias da primavera.

        Suspirou e tomou mais um gole de seu chá. Sentia saudades de sua familia que ainda estava presa na Alemanha oriental. Sentiu-se sozinho.

        A enfermeira entrou lhe trazendo seus medicamentos.

        - Enfermeira, você poderia pedir que alguém me levasse lá fora? Gostaria de sentir as últimas brisas quentes do verão.

        - Tudo bem, aguarde um pouco que nossos enfermeiros estão em ronda também.

        - Tudo bem!

        Sentiu uma ponta de alegria interna, fazia duas semanas que  não sentia as flores, que não passeava pelo jardim. Isso lhe deixava muito triste, porém sabia que não podia exigir que o levassem todos os dias para um passeio. Estava com 85Kg e a casa ainda não havia conseguido uma cadeira de rodas para ele.

        Logo chegaram ao seu quarto dois enfermeiros fortes.

        - Boa tarde senhor Ralf! Pronto para dar uma voltinha?

        - Muito! Vocês já colocaram a minha cadeira na varanda?

        - Sim!

        - Sem querer abusar da boa vontade de vocês, desta vez vocês poderiam me colocar embaixo daquela árvore ali, perto das flores e das crianças?

        - Podemos sim, aguarde só um pouco que já retorno.

        O mais velho dos dois correu arrumar a cadeira antes do transporte. O outro ficou lhe fazendo companhia. Ralf não o conhecia e percebeu seus olhos fixos na ausência de suas pernas.

        - Pode perguntar, você quer saber onde estão minhas pernas, certo?

        - Não, não, desculpe, erm...

        - Você é novo aqui, certo? Não te contaram as histórias? Cada um cria uma história a meu respeito, algumas extremamente fantasiosas como a que eu era um devorador de criançinhas nazista que foi vingado por um pai bravo.

        Ralf gargalhou e observou a expressão de susto do enfermeiro.

        - Não se preocupe, não é nada disso. Inventam essas coisas pois eu nasci na alemanha. Mas eu perdi as pernas ao tentar salvar meus filhos do campo de concentração. Consegui, perdi somente as pernas mas sei que eles estão vivos e bem e isso vale mais do que mil pernas.

        Nisso o outro enfermeiro retornou

        - Tudo pronto, vamos?

        Os dois enfermeiros fizeram uma cadeira com os braços e carregaram o senhor até o lado de fora.

        - Sr Ralf, já sabe, quando quiser voltar para dentro basta levantar a mão q viremos lhe carregar!

        - Ok, muito obrigado rapazes!

        Ralf fechou os olhos, deitou a cabeça no encosto e sentiu a brisa lambendo-lhe a face, escutou os passarinhos ao longe, a água do riacho próximo correndo, as crianças rindo e percebeu que assim a saudade de seus filhos diminuia um pouco, sentia-se mais perto deles.

        Relembrou seu tempo na longínqua Alemanha, sua infância correndo pelos campo à caminho da escola, roubando maças do vizinho para o lanche... Deixou seu pensamento fluir e ir criando em sua cabeça toda a retrospectiva da sua vida até chegar nas primeiras notícias da guerra. Tudo o que era colorido e alegre ficou preto, vermelho e perturbador. Abriu os olhos tomando ar, como se tivesse emergido de um poço. Olhou para o seu próprio pulso e viu algo que o marcava mais do que a ausência de suas pernas: a tatuagem. A marca por ter uma religião, por acreditar em Deus e na Paz. Haviam marcado seu código no primeiro dia no campo de concentração. Sabia por ter acompanhado outros tantos passando e recebendo as marcas. Mas não lembra-se de nada das duas primeira semanas de estada no campo. Lembra da dor da perda e do aprisionamento que eram maiores do que a dor da cicatrização das pernas. Sabia que com as tecnologias atuais poderia facilmente removê-la, mas não queria, sabia que simbolizava a sua vida, o seu “karma” o seu pesar e o motivo de ainda estar vivo. Pensava que apagando seria como jogar um lençol em cima de um prédio para tentar cobri-lo.

        Se perde nos pensamentos olhando aqueles números, sonhando em como poderia fazer para encontrar seus filhos perdidos.

        Enquanto isso, os enfermeiros estava parados na varanda observando as pessoas na varanda e no jardim, esperando que precisassem de seu auxilio. Quando o mais novo pergunta:

        - Qual a história desse seu Ralf?

        O outro olha bem para ele e pergunta:

        - Você tem certeza que quer se envolver na vida pessoal dos pacientes? Pode ser pesado.

        - Sim, estou aqui, morando aqui junto com eles, sinto que devo conhecê-los para assim ajudá-los melhor!

        - Muito bom garoto, você tem um bom futuro pela frente! Bem, vejamos, por onde começar...

        Contou toda a história, de onde veio, como perdeu as pernas salvando os filhos, da vida no campo de concentração, até seu resgate por soldados brasileiros que o trouxeram para cá.

        O mais novo decidiu então ajudar. Foram meses de pesquisa.

       

        No início da primavera seguinte o Sr Ralf novamente chamou os enfermeiros pois queria aproveitar os dias quentes se aproximando. Porém desta vez apareceu primeiramente Ágata, a responsável por seus cuidados pessoais. Sentiu um sorriso maior na simpática ajudante.

        - O que lhe faz tão feliz hoje?

        - Hoje é um dia especial para todos!

        - Por que?

        - O senhor verá, venha, vamos tomar um banho, fazer sua barba e colocar uma roupa bonita!

        - Mas isso só acontece à noite, o que está acontecendo?

        - Apenas siga minhas instruções, já lhe falei que é um dia especial.

        - Tudo bem, tudo bem, gosto de surpresas!

        E pensou que deveria ser aniversário de algum de seus colegas ou até de um dos médicos. Era normal festas comemorativas, mas nunca levadas tão à sério.

        Após o banho e toda a sua higiene os dois enfermeiros o levaram para a árvore.

        Ele ficou lá, pensando que havia se passado mais um ano sem nenhuma visita, sem nenhum carinho conhecido, sem sequer uma carta! Mas como saberiam da sua localização? Havia sido obrigado a mudar de nome para poder se alojar com segurança. Enquanto deixava seus pensamentos em devaneio escutou passos. Se virou e viu dois casais e 5 crianças se aproximando. Sua curiosidade se aguçou e ao chegarem mais perto reconheceu, mesmo com os 37 anos que haviam passado, os olhos de seus filhos. Imediatamente começou a chorar e eles correram para abraçá-lo.

        Todos os enfermeiros e habitantes da casa estavam na varando observando a emocionante visita.

        Interromperam o abraço e se olharam, um sorriso incontido naqueles dois homens e naquela mulher. Era sua garotinha, como havia crescido!! E seu filho então, havia se tornado um homem muito bonito!

        Neste momento os filhos viram a marca no pulso do pai. Viraram então seus pulsos e formaram um triângulo marcado.

        Lágrimas de tristeza e ódio correram. Havia sido em vão todo o seu esforço, estavam todos marcados.

        A filha logo percebeu e falou:

        - Não tenha ódio pai, estamos vivos e unidos. A mesma tatuagem que nos separou é o que nos une agora através da vontade e esforço de um de seus enfermeiros.

        Ralf sentiu um alívio e um sentimento de perdão percorrer seu corpo. Abraçaram-se novamente. O resto da familia se aproximou, foram todos devidamente apresentados e sentaram-se à volta do Sr. Ralf e começaram a conversar, contar tudo o que havia acontecido nos últimos 37 anos, evitando o assunto guerra. Apenas amores e felicidade pois depois de tudo que haviam passado, sabiam que apenas isso era importante na vida.

        Ralf virou-se para a varanda para agradecer seu anjo salvador e estavam todos com lágrimas nos olhos.

        - É por isso que eu amo a minha profissão. Falou o mais novo para seu colega enfermeiro.

terça-feira, 14 de abril de 2009

Micro-diálogo

- Ô seu sapato, por que você me aperta tanto?

- Para você não esquecer de continuar seguindo.

segunda-feira, 23 de março de 2009

Gadgets

Sou fissurada em Gadgets. Se eu tivesse $ teria de tudo. Adodo o celular moderninho bonitinho, cheio de features que eu não uso. Amava meu iTouch que foi roubado, compraria outro se não fosse tão caro. Gosto de computador moderinho pra entrar na internet e ver seriados. Tv moderna, carro bom... Tudo que é caro e legal eu gosto! Não posso comprar, claro, mas fico sempre imaginando como seria se eu tivesse. E dentro do meu limite compro o melhor, mesmo que eu não use a maioria das funções e capacidades disponíveis.

Seria isso um vício? Ontem chegou do paraguai meu celular novinho em folha! O antigo o carro tinha passado por cima (longa história, nem perguntem, só sei que envolve balada de natal + muita vodka na cabeça), foi arrumado no Paraguai também, baratinho. Mas ficou todo riscado e eu quis um novo. Tem rádio, câmera, etc, etc... E a única coisa que eu uso é para ligações e joguinhos... tsc, tsc, desperdício de dinheiro.

Até onde vale um gosto, pagando por coisas que não uso, só para ter um celular legal, bonitinho? Até onde nosso consumismo nos domina? Pra mim são gadgets assim, para outras pessoas pode ser roupas, equipamentos esportivos, coisas para casa, etc, etc... Todo mundo tem esse ladinho consumista, mais ou menos controlado, mas possui.

Agora estou aqui, desesperadamente procurando vender o antigo celular para conseguir diminuir o gasto no novo...

Alguém aí quer um W610i um pouco riscadinho (só tinha quebrado a tela por dentro com o carro em cima, coisa que já foi trocada)? Tem menos de 1ano!! Hehe

Junto comprei tb um som novo pro meu carro. Eu queria um com entrada USB para ligar pendrive, iPod, essas coisas todas. Pergunta se eu vou usar de verdade?! Espero que sim, viu... chega de gravar CDs, mas sei que sou preguiçosa, esqueço de carregar, de ver essas coisas, de passar  as músicas do computador pro pendrive... Mas vamos tentar, um novo gadget que não usarei todas as funções? Espero que não!

Só sei que comprar o que você quer, estando dentro do seu orçamento é muito certo, te faz feliz. Basta começar a realmente utilizar tudo isso!! Eu vou conseguir!!!!

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Festa do Momo!

Viva, feriado !

Viva, previsão de sol !

Viva, praia com o namorado e pessoas legais!

Viva, cardápio recheado de coisas boas e companhia do irmão que cozinha bem pra kct!!

O Carnaval é a festa mais louca, mais alcóolatra (ou seria alcoolista?), mais sexual do mundo, eu acho... A própria palavra carna de carnal...

Nunca gostei do carnaval, nunca gostei de sexo por sexo, de pegação por pegação, de caras bêbados que te puxam pelo braço e tentam beijar sem nem dizer oi. Mas a grande maioria das pessoas gosta, né?! Balada sempre gostei, ptaria não... mas, tudo bem, a questão é cada um se divertir como achar melhor!!

E eu vou me divertir pacas!! Pegar prainha, churrasquinho, cervejinha, caipirinha... Descansar, curtir, viver a vida intensamente!!

Então, se divirtam muito pessoas!! E não esqueçam NUNCA da camisinha, viu!!

Vou indo ali trabalhar meu bronze! Até a volta! hehehe

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Sufoco

Serão horas, dias ou semanas que se passaram ?

A noção já foi perdida. Olho para o céu todos os dias, todas as horas possíveis, tento ver o fim desta imensa nuvem cinza. Porém, não o encontro.

A esperança continua ali, como a nossa velha amiga imortal. Procuro e comemoro ao ver um rasgo na imensidão quase negra, um pequeno entalhe azul, uma pseudo luz tentando penetrar a camada densa que nos separa do sol. Porém basta piscar que o fio de esperança se foi novamente.

Cada olhar para cima é um respirar mais profundo, uma busca por ar. Busco por ar em todos os lugares, em todas as relações, o céu por mais real que seja sinto que é culpa minha, representa a minha indefinição, o mundo apertando e pesando nas minhas costas.

Não quero olhares de piedade, não conto para ninguém, não é necessário compartilhar já que o otimismo de sempre está me abandonando também.

O céu me cansa.

O cinza me cansa.

O frio me cansa.

As cabeças duras me cansam.

O desânimo me cansa.

A indefinição me casa.

O desemprego me dá medo.

A amiga me dá insegurança.

O namorado me dá medo.

O futuro me dá insegurança.

Para onde eu corro, de onde acho energia? Preciso do sol. Preciso do mar. Preciso de ar. Preciso de um abraço. Preciso de compreenção. Preciso não me sentir mal por que não consigo fazer o mundo inteiro feliz. Preciso me unir e me afastar.

Mais que isso não digo. Sempre digo de mais.

Só quero o sol. Só quero luz. Só quero verão. Só quero achar o maldito caminho!!!!!!

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Beringelas Beterrabas e Batatas

Mais um BBB começou Eu adoraaaava ler o globo.com, notícias ridículas, engraçadas, fofocas toscas, animavam meu dia. É sempre bom um momento futilidade.

Hoje fui pra minha diversão diária e só encontro coisas sobre BBB e novela... Cadê o resto?? O mundo para nessas semanas de BBB, será??

Sou uma pessoa eclética, mas não sou fã de novela, odeio Jornal Nacional e sempre falei muitoooo mal do BBB.

Mas acho que é hipocrisia minha. Me divirto pacas quando estou em algum lugar e tá passando alguma coisa assim (exceto o Jornal, esse eu leio, JN é só sangue, pessimismo, sensacionalismo) e o meu lado antropóloga adoraaa o BBB... Ver como as pessoas se comportam, o que fazem na frente do Brasil inteiro, o que as leva tomar atitude X ou Y, é interessante.

O meu problema sempre foi, com tudo na vida, essa coisa de exageros... fazer o mundo girar em torno de uma única coisa. Não é assim, o mundo é infinito e tudo segue um caminho diferente, nada é o centro, nada é mais importante do que nada.

Nossa, dei uma viajadinha de leve...

Hora de ir!

Cafééééeé, OMG, q saudades!!! =)

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Então é Natal!! (??)

Amanhã é véspera de Natal.

Hoje é último dia de trabalho pro pessoal que pega Coletivas aqui (o que não é meu caso).

Depois de amanhã faço 26 aninhos!!! =)

E logo é o ano novo.

Precisava escrever a minha retrospectiva, meus votos de feliz natal, boas festas, e essas coisas todas para vocês.

Mas a minha alegria em relação à minha vida, às coisas que estão à minha volta estão tão boas que não sei se é o clima de natal ou a simples felicidade...

E não estou conseguindo me empolgar para um super post.

Então serei simples, direta:

FELIZ NATAL!!!!

Não vou desejar feliz 2009 ainda por que vou atualizar antes.

PS.: Mas já?!?!?! Alguém me explica o que aconteceu que já acabou 2008?????

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Breve devaneio

Olho em volta, todas as pessoas concentradas nos seus afazeres, olhando fixamente para suas telas, mechendo o mouse, teclando, estarão mesmo trabalhando? Ou estarão elas na internet, ou divagando como eu? Não sei. Francamente, já não me importo mais. Não consigo mais me importar com o que os outros fazem, deixam de fazer, pensam, falam... Que sejam todos como querem!

No meu fone um jazzinho clássico rola solto. Neste momento "Dance me to the end of love", na voz de Madeleine Peyroux. Minha vista perde o foco, em um momento estou em outro lugar. Um apartamentinho, estou na sala, a trilha continua tocando, o sol da tarde entra timidamente pela janela através das cortinas amarelas. Dando um clima ainda mais reservado. Olho para o meu lado e lá está ele. Estica a mão, me chama para dançar. Dou dois passos em sua direção, meu corpo encontra-se com o seu e o toque, mesmo que por sobre a roupa me dá calor, me faz sentir viva. Dançamos, rostos colados. Neste momento Diana Krall canta a versão "I've Got you under my skin", nos olhamos, sinto meu corpo gelar, pela barriga, se espalhando pelo corpo. Nada mais sinto apenas seus labios nos meus, me perco em seu beijo, em seu abraço...

O telefone toca, volto à realidade. A trilha continua e tenho a certeza que esta cena está em algum lugar real. Um lugar hoje inatingível, distante, quase impossível e inimaginável.

Way out in the water, see it swimming?

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Humanismo

Até hoje não descobri bem a linha do meu blog... Às vezes desabafos, às vezes pensamentos filosóficos, às vezes futilidades. Só sei que nunca acertei tão bem um nome, nada mais aleatório!!

E hoje é dia de falar de algo sério. Todo mundo está vendo, acompanhando a tragédia que está acontecendo em Santa Catarina. A TV não está divulgando tudo, tenho amigos por lá e eles falam que a coisa está bem pior.... Sinto uma tristeza, uma vontade de correr lá pegar todo mundo e trazer pra minha casa... Meu estado é vizinho, mas eu sempre tive um apreço especial por SC, lá foi onde passei todas as minhas férias de infância, lá fiz grandes amigos de tantos lugares, lá nasceram alguns dos meus melhores amigos e amigas, tantas coisas boas, sempre nos recebendo bem, os forasteiros, os turistas. Mesmo os que não respeitam o estado são bem recebidos.

E o que chega a me arrepiar e quase dar vontade de chorar é ver todo esse carinho que eles sempre tiveram sendo retribuido. Nunca vi tanta gente se mobilizando em prol de uma causa assim aqui no Brasil. Para onde olho vejo manifestações de bondade, de ajuda, de caridade. Aqui na minha empresa estão arrecadando coisas para mandar para lá. No Centro Espírita ontem estavam separando caixas e caixas de roupas (que seriam destinadas à um bazar em dezembro, o que fará com que possívelmente não tenhamos dinheiro suficiente para sustentar a casa no próximo mês, mas não importa, mais doações virão). Por sorte é época de Natal, as pessoas ficam ainda mais solidárias....

Mas acho que não é isso, a minha esperança, que está cada vez maior está me fazendo ver essas movimentações todas, embora todas focadas na tristeza (neste caso, mas também na fome, na miséria, na falta de educação às crianças, etc, etc), me deixam muito feliz! É tão bom ver pessoas lutando por mundos melhores, por condições melhores, para ajudar o próximo, mesmo que este próximo esteja há quilômetros de distância...

Viva a esperaça!! Viva a caridade!! Viva a HUMANIDADE!! =)



Belief

John Mayer

Is there anyone who ever remembers
Changing their mind from the paint on a sign?,
Is there anyone who really recalls
Ever breaking rank at all
For something someone yelled real loud one time?
Oh, everyone believes
In how they think it oughta be
Oh, everyone believes
And they're not going easily

Belief is a beautiful armor
But makes for the heaviest sword
Like punching underwater
You never can hit who you're trying for
Some lead the exhibition
And some have to know they tried
It's the chemical weapon
For the war that's raging on inside
Oh, everyone believes
From emptiness to everything
Oh, everyone believes
And no one's going quietly

We're never gonna win the world
We're never gonna stop the war
We're never gonna beat this
If belief is what we're fighting for

We're never gonna win the world
We're never gonna stop the war
We're never gonna beat this
If belief is what we're fighting for

Is there anyone you can remember
Ever surrender with their life on the line?

What puts a hundred thousand children in the sand?
Belief can, belief can
What puts a folded flag inside his mother's hand?
Belief can, belief can

(Belief, but in good things)

*** Se você quer fazer sua parte também se informe na sua cidade, veja na prefeitura, tem gente mandando coisas do Brasil inteiro!! E no momento eles estão precisando mais de comida do que qualquer coisa!! Roupas receberam bastante. E lembrem-se que eles não tem como cozinhar... O bom é mandar coisas semi-prontas pelo menos...

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Textos inacabados

Fui olhar nos meus drafts agora, achei 58 emails inacabados. Destes, alguns são de sites que salvei pra entrar depois, outros poucos são emails de trabalho começados e muitos são posts. Posts parados no meio. Posts onde acabou a coragem ou a vontade de postar ou de continuar a escrever. Espero que eu não faça isso na vida real também... Quero e vou acabar tudo o que começar!!

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Adoro o silêncio da madrugada. especialmente das segundas-feiras... O mundo parece que para. Já passa da uma hora da manhã, não se escuta um carro, um cão, um pio, nada. Somente as folhas das árvores balançando com o vento que anuncia a chuva. Não consigo dormir embora esteja com sono, gastrite voltou, pensamentos diversos, mente conturbada, girar para todos os lados... Ligo o som, bem baixinho, olho pro teto, fico pensando na vida. Como as coisas mudam, como as coisas vão, voltam, giram, rodopiam na minha frente, como um salão de bailes. Começo a ver minha mudança, minha evolução, meu passado seco, sério, doído, meus sonhos todos vão passando, acenando, sorrindo e parando ao meu lado, pois todos estão aos poucos virando realidades. Vou percebendo os pedaços da minha personalidade chegando também, a tímida, a extrovertida, a quieta, a barulhenta, a louca, a esperta, a culta, a fútil. A única que não chega é a real, essa eu não conheço ainda e é o resultado de uma mistura bem equilibrada das outras... E vou me perdendo nesta busca do passado, do futuro, da existência, de mim. As figuras vão ficando turvas, vão se confundindo, se misturando e eu finalmente adormeço.

Ao acordar tenho lembranças leves da festa que participei, uma celebração, de uma nova fase de muitas que ainda estão por vir. Mesmo frio e chovendo estou leve, estou segura, estou feliz mesmo triste.

Agora, bem acordada as imagens todas já sumiram como núvens após longos dias chuvosos. E lembro da tristeza, da antecipação que eu não canso de ocultar. Devia pensar sobre isso? Devia me deixar sentir e sofrer? Se sim, só para mim ou deveria compartilhar? Não sei... Enquanto não encontro a resposta vou fingindo que está tudo bem...

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Doce Solidão

Marcelo Camelo

Posso estar só
Mas, sou de todo mundo
Por eu ser só um
Ah, nem! Ah, não! Ah, nem dá!
Solidão, foge que eu te encontro
Que eu já tenho asa
Isso lá é bom, doce solidão?



segunda-feira, 17 de novembro de 2008

as coisas que que eu tentava fazer quando criança e não conseguia e que agora como adulta CONTINUO não conseguindo

**** post publicado originalmente no http://papodegurias.zip.net/ ****
Inspirada pela Japa (post anterior) e pelas inúmeras tirações de sarro da minha cara pela galera resolvi fazer esse texto sobre: as coisas que que eu tentava fazer quando criança e não conseguia direito e que agora como adulta CONTINUO não conseguindo.

Tenho muitas inabilidades natas... As primeiras e mais traumáticas são as mais simples. Como por exemplo não conseguir virar estrela. O pior de tudo é que minha mãe (com todo o "tamanhão" dela, já que toda criança vê os adultos como gigantes e hoje ela é menor do que eu) conseguia... Agora, com meus 1,73m e mais travada que uma pedra que eu não consigo mesmo!!

Seguindo na linha "brincadeiras infantis" lembro que meu sonho era ter um pogobol. Um dia fui numa festinha e vi um num canto dando sopa. Corri, peguei, coloquei um pé nele, o segundo, começei a pular, um, dois, na terceira tentativa de quicar eu consegui! Consegui quicar o queixo no chão.... Hoje, por sorte, nem existem mais os damn pogobols, por que se eu já caio de madura andando de tênis na rua, me espatifaria no chão na primeira tentativa no pogobol.

Nessa linha "esportes" me lembro dos jogos de futebol, basquete, volei... Qualquer esporte que envolvesse bolas (exceto caçador) eu era uma negação! Sempre a última a ser escolhida pro time. Mas eu entendo, eu era ruim mesmo. Hoje sou ainda pior, não consigo nem taca bolinhas de papel em alguém 2m na minha frente.

Ouço pessoas comentando de como se empanturraram alguma vez na vida de guloseimas. Cada um tem uma história, seja de colocar um pacote inteiro de mini-chicletes (aqueles do sorriso) na boca, seja ver qual o máximo de balinhas de maçã-verde que conseguiam chupar ao mesmo tempo, seja virar um pode de calda de chocolate na boca, um pacote inteiro de cheetos numa tacada só com muita coca (ops, esse eu consigo agora, não vale)... Mas no mais, nada disso eu consigo ainda! Muito chicletes (a partir de 1 babalu) me dá enjoo, aquela coisa estranha na boca, ecats... Coisas de mais, muito doces me dão uma sensação estranha... Igual mingau! Esqueci de comentar, mas também nunca consegui comer mingau... Nem tomar leite...

Meu sonho é um dia comer um pote de sorvete de colher vendo filme. Acho que ainda não conseguiria, por ser muito doce...

Naquela época algumas dessas coisas eu não conseguia por inabilidade, por enjôo, mas muitas por que me eram proibidas. O que me lembra a televisão. Nunca assisti um final de filme da Sessão da Tarde. Tinha que desligar a TV na última parte por que minha mãe chegava do trabalho e eu tinha que estar estudando, e não vendo televisão... E hoje em dia ou durmo antes do fim do filme ou esqueço o fim no momento seguinte, então continuo sem saber o final dos filmes!!

Muitas coisas típicas de infância não tive e não consigo ter ainda hoje. Mas não tive uma infância triste não!! Me diverti muito fazendo coisas que agora não consigo mais (subir em árvores, andar muito de bicicleta sem cansar, correr, pular corda e elástico, e mesmo ver metade dos filmes eu adorava!!

A nossa capacidade não é assim tão infinita quanto pensamos. Por exemplo, nunca conseguirei virar estrela e aceito isso... Em compensação aprendi a beijar na boca... Bem melhor e mais útil do que virar estrela!! E assim vai a vida, se complementando, agregando habilidades e conhecimentos, mesmo que limitados!! =)







terça-feira, 11 de novembro de 2008

Terapia


Hoje não tenho mais vergonha de assumir. Faço terapia sim. E acho que todo mundo deveria fazer!!

Começei no início do ano. Eu estava em crise, depressiva, bem no fundo do poço. Achei que seria só para isso, para este momento da minha vida, que seria passageiro.

Mas a crise passou e eu continuo. E cada vez mais descubro novas coisas e vou trabalhando, melhorando, percebendo coisas incríveis (e estúpidas também) ao meu respeito.

Quando chego num impasse, quando me deparo com situações que me deixam nervosa, angustiada e vou lá e coloco tudo isso no sofá ela consegue me fazer organizar, perceber e me acalmar. Consigo encarar a vida de outra maneira agora, viver mais leve, mais feliz, mais segura e consciente.

Ainda tenho muito o que fazer, muitos traumas a superar, muitas emoções para encontrar e sentimentos para sentir. Mas é tão bom perceber que se está no caminho certo.

Só sei que terapia é bom, eu recomendo!! E não só para "louquinhos" ou "gente estranha". Todo mundo deveria fazer, como uma maneira de auto-conhecimento, para sempre trabalhar a si mesmo e melhorar. Afinal, é esse o objetivo da vida aqui, não?

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Merde

Bloquearam tudo de novo... Nada terminado em .blogspot.com eu posso ler... Já não podia comentar, agora nem ler?! Absurdo...

Me sinto uma orfã...

Tantos textos, tantas histórias, tantos conhecimentos animavam e faziam meu dia passar mais fácil...

Continuarei postanto, faz tempo que faço isso por email pois não conseguia logar pra postar (por causa do bloqueio), mas é triste... Não posso ver meu trabalho pronto, não posso mais nada.

Um minuto de silêncio, por favor!

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Pronto, agora continuamos com a nossa programação normal.

Mais ou menos normal, nunca falei de política aqui. Acho que é um assunto meio polêmico e que não adianta discutir. Assim como futebol. O cara realmente acha que o outro vai mudar de time só por que ele tá tentando convencer?

Antes de mais nada, gostaria de deixar claro que eu NUNCA votei e nunca votaria no Lula e hoje ainda digo pra quem votou: "eu te disse, eu te disse"… Só pra não acharem que sou petista e por isso o parágrafo abaixo….

Anyway, fiquei bem feliz com a vitória do Obama! Sei que o McCain tinha propostas melhores que envolviam (beneficiando) a América do Sul, mas acho que o mundo precisa de uma visão global, uma igualdade maior, um preconceito menor e tudo isso junto misturando diminuindo as guerras. E ele trás isso, creio eu. Sem contar que eu vou com a cara dele… hahaha!! Espero que na hora do "vamô vê" ele faça tudo direitinho. Boa sorte Obama!! =) Meu futuro presidente!! Viva!!! Viva a igualdade, a diversidade, a oportunidade para todos e principalmente viva a esperança de dias melhores!!!

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Meu amiguinho real descobriu esse blog aqui, que nunca foi divulgado! Então, aproveitando:

1) BEM VINDO!!!!
2) PARABÉNSSS!!!! (hoje é niver dele... hahaha)

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